segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Com baixa qualificação, país pode desperdiçar força de trabalho jovem na próxima década

Clarice Spitz 
Jornal O Globo
Atualizado:
O Brasil terá na próxima década uma oportunidade que, se não for bem aproveitada, pode se tornar o maior desperdício de sua História. Até 2023, a população de jovens entre 15 e 24 anos somará mais de 33 milhões. É uma força de trabalho que tem potencial para aumentar o crescimento econômico do país. Mas, na última década, o desempenho dos jovens no mercado de trabalho ficou aquém da média nacional. Eles estudaram mais, porém tiveram dificuldade maior para obter emprego. Levantamento exclusivo do IBGE mostra que, entre junho de 2003 e junho de 2013, a taxa de desemprego dos jovens de 16 a 24 anos caiu 41,6%. Na média dos trabalhadores de todas as idades das seis maiores regiões metropolitanas do país, a queda foi bem maior, de 53,8%.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Em 30 anos, NE tem maior ganho na esperança de vida: 12,95 anos

A região Nordeste, que tinha a esperança de vida ao nascer mais baixa em 1980 (58,25 anos) teve, em 30 anos, um incremento de 12,95 anos nesse indicador, chegando, em 2010, a 71,20 anos, ligeiramente acima da região Norte, que anteriormente estava à sua frente (de 60,75 para 70,76 anos). Essa inversão se deveu principalmente ao aumento de 14,14 anos na esperança de vida das mulheres nordestinas, que foi de 61,27 anos para 75,41, enquanto que a das mulheres da região Norte aumentou 10,62 anos, de 63,74 para 74,36 anos.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

PNUD lança o Atlas do Desenvolvimento humano no Brasil 2013 - com dados do IDHM 2013

Em plataforma online, inovadora e participativa, Atlas do Desenvolvimento Humano 2013 traz dados de mais de 180 indicadores para 5.565 municípios.
  
 ACESSE A PUBLICAÇÃO  e consulte os dados para municípios e unidades da federação.

fonte: www.pnud.org.br

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A dinâmica urbana da violência no Brasil


No artigo “A dinâmica urbana da violência no Brasil”, publicado no último sábado (13/10) no Estadão, Luciana Andrade e Alexandre Diniz mostram que a concentração dos homicídios no interior das áreas metropolitanas tem se deslocado para os espaços periféricos da cidade-polo como também para as áreas no entorno das metrópoles ou, ainda, para as favelas localizadas nas áreas centrais de algumas capitais. Esses territórios são marcados pelo crescimento desordenado e com baixa oferta de serviços públicos e de infraestrutura urbana; espaços carentes de controles e institucionalidades, e, por isso mesmo, propícios à proliferação de conflitos. 

Veja o artigo completo: “A dinâmica urbana da violência no Brasil”
 
Fonte: http://www.observatoriodasmetropoles.net

 

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